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sábado, 19 de junho de 2010

Tabule

Ingredientes:
6 tomates grandes

2 cheiros verdes

300gr de farinha de kibe

sal à gosto

um limão

1 xícara(de chá)de azeite
 
Modo de preparo:

1-corte os tomates utilizando as sementes também reserve numa vasilha.

2-corte o cheiro verde e misture ao tomate .

3-lave o trigo de kibe,e esprema nas mãos até certificar-se de que esteja bem seco, aí

misture ao tomate, e o cheiro verde.

4-depois de misturado tempere com o sal,o limão e o azeite.

Arroz Marroquino

Ingredientes:


1 frango grande

3 colheres (sopa) de azeite de oliva

1 dente de alho

2 cebolas médias

1 litro de água

Sal e pimenta-do-reino a gosto

1 colher (chá) de coentro em grão

1 colher (chá) de canela em pó

1 envelope de açafrão

2 tomates grandes sem semente

2 xícaras (chá) de arroz

1 abobrinha verde média

1 pitada de noz moscada

1/2 xícara (chá) de amêndoa picada.

Modo de preparo:

Cortar o frango em pedaços e refogar no azeite com o alho e a cebola picados, juntar a água, o sal, a pimenta, o coentro, a canela, o açafrão e o tomate picado.

Ferver até ficar macio.

Desfiar e reservar, coar o caldo e levar ao fogo.

Quando levantar fervura, juntar o arroz e a abobrinha picada. Retificar o sal, se necessário.

Colocar noz moscada e um pouco mais de água se for preciso. Cozinhar em fogo baixo durante 15 minutos.

Quando o arroz estiver pronto, misturar as amêndoas.

Arrumar numa travessa rodeado pela carne de frango.

Rendimento: 4 pessoas.

Arroz com lentilhas

Ingredientes:


1/2 kg de lentilhas

2 litros de água

1 folha de louro

1 galhinho de tomilho

1 copo de arroz

Sal a gosto

2 cebolas grandes

1/2 copo de azeite de oliva

1 dente de alho.

Modo de preparo:

Cozinhar a lentilha na água com a folha de louro e o tomilho até ficar macia, colocar o arroz e o sal.

Cortar a cebola em tirinhas e dourar no azeite, juntamente com o alho picado.

Quando o arroz estiver cozido, colocar numa travessa coberta com a cebola dourada.

Rendimento: 4 pessoas.
Atendendo ao pedido de uma amiga, vou postando algumas receitas que aprendi com familiares...algumas usamos sempre, como as pastas , outras nem tanto, mas ficam aí as sugestões.

Pasta de Berinjela
Ingredientes da pasta de berinjela


1 berinjela grande

1/4 de xícara (chá) de sumo de limão

1 colher (sopa) de azeite de oliva extra-virgem processado à frio

1 colher (sopa) de tahine*

1 dente de alho amassado

sal e pimenta a gosto.

Modo de Preparo da pasta de berinjela

Assar a berinjela inteira (sem descascar) até que esteja bem macia, quando espetada com um garfo. Cortar ao meio, retirar a polpa e amassar.

Acrescentar o suco de limão, o azeite e o tahine, mexendo bem.

Juntar o alho e temperar com sal e pimenta a gosto.

Sirva com pão sírio ou torradas integrais.


* O Tahine pode ser encontrado em casas de produtos árabes, lojas de produtos naturais e integrais ou em alguns supermercados.

Pasta de Grão de Bico

Ingredientes:


1 colher de sopa de tahine em pasta (se necessário, acrescentar mais)

Suco de ½ limão

4 dentes de alho espremidos

½ kilo de grão de bico.

Modo de preparo:

Cozinhar o grão de bico com pouco sal e água, em panela de pressão (preferencialmente) até apitar. Passar o grão de bico no expremedor de batata para tirar a casquinha, se possível usar peneira.

Uma pasta consistente deve ser o resultado final.

Misturar a pasta com o suco de 1/2 limão, o tahine e os 4 dentes de alho bem espremidos. Sal a gosto.

Pipoca caramelada com leite

Ingredientes:


1/2 xícara (chá) de leite


1 xícara (chá) de milho para pipoca


1 xícara (chá) de açúcar



Modo de Preparo:


Coloque em uma pipoqueira 1/2 xícara (chá) de leite, 1 xícara (chá) de milho para pipoca e 1 xícara (chá) de açúcar. Frite por 10 minutos, ou até o açúcar ficar com a cor de caramelo. Tampe a panela, reduza o fogo e deixe por 5 minutos, sem parar de mexer, ou até estourar toda a pipoca.

Dicas:


Se preferir, quando o açúcar ficar com cor de caramelo, adicione corante para alimentos na cor desejada.


Fonte: Revista Água na Boca

Brigadeirão!!!

BRIGADEIRÃO DE MICROONDAS


Ingredientes:


1 lata de leite condensado


1 lata de creme de leite


1 xícara de chá de chocolate em pó


1 colher de sopa de manteiga


3 ovos

Modo de preparo:


Bata todos os ingredientes no liquidificador. Despeje em um pirex untado com manteiga.


Leve ao microondas em potência máxima por 10 minutos. Enfeite com chocolate granulado deixe esfriar e depois leve a geladeira.



Atenção: Tome cuidado! o pirex estará quente quando o Brigadeirão estiver pronto.
SANDUÍCHE CHIQUE


Ingredientes:


1 pacote de pão de forma


1 lata de creme de leite


2 gemas


100g de queijo parmesão ralado


300g de presunto fatiado


300g de queijo prato fatiado


Margarina para untar a forma.


Como fazer:


Tire as bordas do pão de forma deixando-os em forma de círculo.


Misture o queijo parmesão, o creme de leite e as gemas e passe na metade dos pães (a outra metade você usará para fechar o sanduíche), coloque uma fatia de presunto e uma de queijo prato, com a outra metade do pão, feche o sanduíche. Passe o restante da mistura sobre os sanduíches e leve ao fogo para dourar, por 5 minutos.


O forno deve estar pré-aquecido (200° C).


LEMBRE-SE: não mexa com fogo sozinho, esteja sempre acompanhado de um adulto.

MINI PIZZA DE PÃO DE FORMA

Ingredientes:

Pão de forma

Mussarela

Presunto

Tomate

Orégano

Ketchup, mostarda e maionese, se você gostar.

Modo de fazer:

Tire as bordas do pão de forma.

Passe a mussarela e o presunto no ralador.

Corte o tomate em rodelas finas.

Passe ketchup nos pães, coloque a mussarela, o presunto, e salpique um pouco de orégano. Com a ajuda de um adulto coloque no forno até derreter o queijo. Agora coloque as fatias de tomate. Tempere com os molhos que você gostar e bom apetite!

Bolo de Caneca em 3 min

Esse eu fiz e foi aprovado pela criançada... só uma observação, estou postando a receita original, mas eu diminuo o açucar para 1 colher , o achocolatado para 2 e o óleo para 1.

Ingredientes:

- 04 colheres de sopa de farinha de trigo

- 04 colheres de sopa de açúcar
- 04 colheres de sopa de achocolatado em pó
- 01 ovo
- 02 colheres de sopa de leite
- 02 colheres de sopa de óleo


Opcional: coco ralado, ou castanhas moídas, ou
uma pitada de café solúvel, ou gotas de
chocolate...

Calda:


- 01 colher de sopa de açúcar
- 01 colher de sopa de achocolatado em pó
- 01 colher de sopa de leite
- 01 colher de sobremesa rasa de manteiga

Modo de Preparo
Em uma caneca (que possa ir ao microondas) misturar bem a farinha, o açúcar e o chocolate
em pó. Acrescentar o ovo e misturar bem com um garfo. Por último misturar o leite e o
óleo. Leve ao microondas na potência máxima por 03 minutos.
Para a calda misture todos ingredientes e leve ao microondas por 30 segundos na potência
máxima depois é só derramar sobre o bolo na caneca e polvilhar com chocolate granulado.

Bullying - o terrorismo psicológico

Uma das maiores preocupações da Psicologia e dos educadores sem duvida é o Bullying. A palavra não tem uma tradução exata e no português é traduzida mais ou menos como “assedio moral”.


O bullying já é uma patologia social. É definido como a imposição de sofrimento intencional em relações de desigualdade. Para exemplificar, podemos falar de um aluno dito “popular” de uma escola que faz de tudo para humilhar e expor um defeito (às vezes nem tão aparente) do colega que só tira notas altas ou então o rapaz musculoso que inferniza a vida de um colega mais fraco fisicamente ou um “tímido” que é exposto de forma que cause maior constrangimento possível. No Brasil a forma mais típica de Bullying são os apelidos humilhantes exaltando defeitos físicos e as agressões físicas.

O Bullying infelizmente é presente no mundo todo e em alguns países, as vitimas cometem atos extremos com mais freqüência como homicídios e suicídio como vimos nos recentes ataques em escolas dos Estados Unidos, onde vitimas de Bullying invadiram a própria escola com armas pesadas e assassinaram muitos colegas e logo após cometeram suicídio. Nas cartas deixadas pelos suicidas, vemos referencias as constantes humilhações que passaram e que tomados pela depressão e transtornos de ansiedade não viram outra forma de acabar com o sofrimento que não fosse com o suicídio, mas não antes de levar todos os agressores consigo. Uma explosão de raiva e ódio sem limites como reação ao que sofreram.

No Brasil, é mais raro acontecer assassinatos como resultado de anos de humilhações e agressores físicas que as vitimas sofrem. Porem, a taxa de suicídios é alta, mas infelizmente é velada. Medicamente o Bullying não é reconhecido como causadora de suicídios (que são atribuídos a depressão, que por sua vez foi resultado direto da vitimização).

Cyber Bullying :

Infelizmente, estão sendo criadas novas formas de humilhação. Alem do bullying tradicional que envolve humilhações e agressão física, hoje em dia temos o Cyber Bullying, que é a pratica de humilhação e exposição publica caluniosa e difamatória através da Internet. Essa é uma forma mais agressiva do Bullying tradicional, já que calunias e difamações por internet têm um alcance muito maior e conta com o anonimato do agressor. Ele não precisa mais ser uma pessoa forte ou popular, pode ser feita por qualquer um, inclusive vitimas em busca de vingança. Um exemplo claro são os perfis falsos em redes de relacionamentos.

Segundo a delegacia de crimes virtuais, essa é a pratica mais comum de Cyber Bullying. Cria-se um perfil falso da vitima com informações reais como telefone, endereço e fotos e se relaciona a comunidades que podem ser aversivas e difamatórias. Como uma mulher ter seu perfil com descrição de garotas de programa ou um menino ter seu perfil associado a comunidades ligadas a pedofilia ou mesmo fazendo montagens com fotos. Geralmente com fundo pornográfico.

Cabe ressaltar que não se tem uma legislação especifica sobre crimes virtuais, mas já existe jurisprudência no cyber espaço e em breve deve ser regulamentada leis especificas.

O Bullying marca vidas :

As marcas que ficam nas vítimas de bullying são muito fortes e infelizmente, na maioria das vezes mudam permanentemente a vida das vitimas. As marcas mais comuns são: Depressão, baixa auto-estima, muita dificuldade em relacionamentos sociais e muitas vezes transtornos de ansiedade se instalam.

O importante é ressaltar que o atendimento psicológico oferece resultados promissores em relação a todas essas marcas, principalmente as terapias de abordagem comportamental.

Claro que não se pode mudar o passado, mas com o atendimento psicológico podemos fazer um “controle de danos” e com isso saber lidar com os problemas decorrentes antes que esses se agravem.

Com os anos de atendimento clinico, percebo que as vitimas de Bullying paralisam e não conseguem ver que precisam de ajuda. Tenho percebido que o discurso é sempre depressivo e muitos acham que não tem possibilidade de mudar. Julgam que não tem nada a fazer alem de se acostumar e esperar o tempo passar para ver se melhora. Muitas vezes se sentem até responsáveis por serem vitimas. Infelizmente as coisas não funcionam assim e o tempo não ajuda a melhorar.

Mudar de escola resolve ??

Existe uma crença de que mudar de escola ou mudar de cidade vai fazer que a pessoa deixe de ser vitima. Infelizmente também não funciona, pois o padrão comportamental da pessoa em questão vai fazer com que seja atacada em qualquer lugar. Vai virar alvo na casa nova, na escola nova ou em qualquer lugar que esteja. O problema é o padrão comportamental que predispõe uma pessoa a ser vitima e esse padrão é justamente o que precisa mudar. Nesse ponto o atendimento psicológico de orientação Comportamental é fundamental, pois vai desenvolver novos repertórios comportamentais incompatíveis com o perfil das vitimas de Bullying (geralmente pessoas tímidas, caladas e com baixa auto-estima).

A vitima precisa de orientação. Isso inclui ir a delegacias especializadas em crimes virtuais ou então procurar atendimento jurídico, psicológico e medico sempre que precisar.

O Bullying deve ser sempre combatido e jamais tolerado em escolas ou qualquer outro lugar. Já se tem informações que esta dentro das empresas e academias. Cabe lembrar que não é só aquele que pratica o Bullying que é o agressor. Na verdade, os espectadores que não fazem nada e ainda dão risada da vitima que esta sendo humilhada é tão agressor quanto o Bullyer (como é chamado o agressor principal), são chamados de agressores passivos e são esses agressores que reforçam o comportamento do agressor que por sua vez aumenta muito a freqüência dos comportamentos agressivos pois obtém reforço social.

É um problema muito serio que marca vidas, talvez se as pessoas entendessem que Bullying não é bobagem e que não é uma brincadeira de mau gosto como muito se prega e sim uma agressão psicológica e muitas vezes física também que deixa marcas para toda uma vida.

Então, você quer ser uma vitima para sempre ou quer mudar sua vida?

Procure seus pais, o diretor da escola, um psicólogo qualificado e competente e conte o problema. Não se silencie, não deixe que a situação se agrave.



Por : Marcelo C. Souza

Autismo - um breve histórico

“… Imagine chegar em um país onde você não entende a língua e não conhece os costumes – e ninguém entende o que você quer ou precisa. Você, na tentativa de se organizar e entender esse ambiente, provavelmente apresentará comportamentos que os nativos acharão estranhos…” (citação retirada do Manual de Treinamento ABA – Help us learn – Ajude-nos a aprender.)


Esta frase pode ser utilizada para compreender a maneira de uma criança portadora do Transtorno de Espectro Autista pensar, sentir e se comportar. Muitos dizem realmente que o autista constrói para sí uma realidade paralela, alheia a nossa, e por viver “lá dentro” não consegue se comunicar com os outros que vivem no mundo “real”. Será verdade? Vamos resumir aqui um pouco da história do diagnóstico de autismo a partir do texto Abordagem Comportamental do Autismo, de autoria de Alexandre Costa e Silva, diretor de relações públicas da Associação Brasileira de Autismo.

Breve Histórico.


A palavra “autismo” deriva do grego “autos”, que significa “voltar-se para sí mesmo”. A primeira pessoa a utilizá-la foi o psiquiatra austríaco Eugen Bleuler para se referir a um dos critérios adotados em sua época para a realização de um diagnóstico de Esquizofrenia. Estes critérios, os quais ficaram conhecidos como “os quatro ‘A’s de Bleuler, são: alucinações, afeto desorganizado, incongruência e autismo. A palavra referia-se a tendência do esquizofrênico de “ensimesmar-se”, tornando-se alheio ao mundo social – fechando-se em seu mundo, como até hoje se acredita sobre o comportamento autista.

Em 1943 o psicólogo norte americano Leo Kanner estudou com mais atenção 11 pacientes com diagnóstico de esquizofrenia. Observou neles, o autismo como característica mais marcante; neste momento, teve origem a expressão “Distúrbio Autístico do Contato Afetivo” para se referir a estas crianças. O psicólogo chegou a dizer que as crianças autistas já nasciam assim, dado o fato de que o aparecimento da síndrome era muito precoce. A medida em que foi tendo contato com os pais destas crianças ele foi mudando de opinião. Começou a observar que os pais destas crianças estabeleciam um contato afetivo muito frio com elas, desenvolvendo então o termo “mãe geladeira” para referir-se as mães de autistas, que com seu jeito frio e distante de se relacionar com os filhos promoveu neles uma hostilidade inconsciente a qual seria direcionada para situações de demanda social.

As hipóteses de Kanner tiveram forte influência no referencial psicanalítico da síndrome que pressupunha uma causa emocional ou psicológica para o fenômeno, a qual teve como seus principais precursores os psicanalistas Bruno Bettelheim e Francis Tustin.

Bettelheim, em sua terapêutica, incitava as crianças a baterem, xingarem e morderem em uma estátua que, pelo menos para ele, simbolizava a mãe delas. Tustin, por outro lado, acreditava em uma fase autística do desenvolvimento normal, na qual a criança ainda não tinha aprendido comportamentos sociais e era chamada por ela de fase do afeto materno, funcionando como uma ponte entre este estado e a vida social. Se a mãe fosse fria e suprimisse este afeto, a criança não conseguiria atravessar esta ponte e entrar na vida social normal, ficando presa na fase autística do desenvolvimento. Em 1960, no entanto, a psicanalista publica um artigo no qual desfaz a idéia da fase autística do desenvolvimento.

Naquela época a busca pelo tratamento psicanalítico era muito intensa. Muitas vezes as crianças passavam por sessões diárias, inclusive no domingo. O preço pago era muito alto. Muitas famílias vendiam seus bens na esperança de que aquele método as ajudasse a corrigir o erro que haviam cometido na criação de seus filhos.

Com o advento da década do cérebro, no entanto, estas idéias começaram a ser deixadas de lado – além de não estarem satisfazendo as expectativas dos pais. A partir de 1980 foram surgindo novas tecnologias de estudo, as quais permitiam investigação mais minuciosa do funcionamento do cérebro da pessoa com exames como tomografia por emissão de pósitrons ou ressonância magnética. Doenças que anteriormente eram estudadas apenas a partir de uma perspectiva psicodinâmica passaram a ser estudadas de maneiras mais cuidadosas, deixando de lado o cogito cartesiano.

Já na década de 60 o psicólogo Ivar Lovaas e seus métodos analítico comportamentais começaram a ganhar espaço no tratamento da síndrome. Seus resultados apresentavam-se de maneira mais efetiva do que as tradicionais terapias psicodinâmicas. E já naquela época as psicologias comportamentais sofriam forte preconceito por parte dos psicólogos de outras abordagens. Durante as décadas de 60 e 70 os psicólogos comportamentais eram consultados quase que apenas depois que todas as outras possibilidades haviam se esgotado e o comportamento do autista tornava-se insuportável para os pais e muito danoso para a criança.

E como o autismo é visto hoje?

É característico do autista apresentar alguns déficits e excessos comportamentais em diversas áreas, conforme melhor explicado adiante. O grau de comprometimento destes déficits podem variar de uma criança para outra e na mesma criança ao longo do tempo. Por este motivo, a expressão Transtorno do Espectro Autista tem sido mais utilizada em detrimento da palavra Autista.

Manuais diagnósticos como o DSM – IV TR e o CID – 10 caracterizam o autismo como um transtorno pervasivo do desenvolvimento no qual existe comprometimento severo em áreas como: diminuição do contato ocular; dificuldade de mostrar, pegar ou usar objetos; padrões repetitivos e esteriotipados de comportamento; agitação ou torção das mãos ou dedos, movimentos corporais complexos; atraso ou ausência total da fala. A National Society for autistic children o encara como um distúrbio do desenvolvimento que se manifesta de forma incapacitante por toda a vida, aparecendo tipicamente nos três primeiros anos de vida. Define como critérios para diagnóstico do autismo o precoce comprometimento na esfera social e de comunicação.

Este Transtorno Invasivo do Desenvolvimento acomete apenas cinco entre cada dez mil nascidos, ocorre em famílias de todas as configurações raciais, étnicas ou sociais. Gauderer (1993) afirma que maioria das crianças com diagnóstico do Transtorno de Espectro Autista tem fisionomia normal, e sua expressão séria pode passar a idéia, geralmente errada, de inteligência extremada. Apesar da estrutura facial normal, no entanto, estão quase sempre ausentes a expressividade das emoções e receptividade presentes na criança com desenvolvimento típico.

Nem sempre o autismo está associado a deficiência mental. Às vezes ele ocorre em crianças com inteligência classificada como normal. O chamado “déficit intelectual” é mais intenso nas habilidades verbais e menos evidente em habilidades viso-espaciais. É muito comum, no entanto, crianças com este diagnóstico apresentarem desempenho além do normal em tarefas que exigem apenas atividades mecânicas ou memorização, ao contrário das tarefas nas quais é exigido algum tipo de abstração, conceituação, sequenciação ou sentido.

Incidência

Existem várias definições e critérios diagnósticos diferentes do que vem a ser o autismo. Em decorrência disto, é difícil traçar um nível de incidência confiável, pois conforme variam as definições e critérios diagnósticos, variam também a quantidade de pessoas diagnosticadas. Os índices mais aceitos e divulgados, no entanto, trazem uma média de 5 a 15 casos em cada 10 000 pessoas. Pesquisas epidemiológicas utilizando o DSM – III-R identificam o dobro deste numero. Quando os criterios medicos são deixados de lado em detrimento dos educacionais, a média aumenta para 21 casos em cada 10 000 pessoas. Quando a síndrome é mais rigorosamente classificada e diagnosticada, entretanto, encontra-se uma prevalência de 2 casos para cada 10 000 pessoas.

Independentemente de qual critério diagnostico seja adotado, sabe-se que pessoas do sexo masculino são em geral mais atingidas. De acordo com o DSM – IV, ele ocorre três ou quatro vezes mais em meninos do que em meninas. Estas, no entanto, tendem a apresentar limitacões mais severas.


Algumas hipóteses etiológicas


Embora diversos tipos de alterações neurológicas e/ou genéticas tenham sido descritas como prováveis etiologias do autismo, não há nada comprovado ainda. O transtorno pode estar diretamente associado a problemas cromossômicos, genéticos, metabólicos, e até mesmo doenças transmitidas ou adquiridas durante a gestação, durante e após o parto. A dificuldade em elaborar um diagnóstico de autismo é grande, quando se pensa que diversas síndromes possuem sintomatologia semelhante.

Uma quantidade de 75 a 80% das crianças com diagnóstico de Transtorno do Espectro Autista apresenta algum tipo de retardo mental, o qual pode estar associado a inúmeros fatores biológicos.

Alguns autores, como Gauderer afirmam que algumas alterações encefálicas em fases críticas do desenvolvimento embrionário podem dar origem a algum tipo de transtorno que se enquadre no diagnóstico de transtorno do espectro autista, mas os exames clínicos que vem sendo realizados não demonstram correlação significativo entre estas alterações e o transtorno.

Este texto trata-se de um resumo discutido do artigo Abordagem Comportamental do Autismo, de autoria de Alexandre Costa e Silva.

Problemas de Aprendizagem: por que existem pessoas que tem problemas para aprender?

É muito comum encontrar escolas e pais que não sabem o quê fazer com aquele aluno ou filho que tem uma certa dificuldade para aprender os conceitos das aulas. Grande parte das instituições de ensino, sobretudo as escolas da rede publica ,não contam com serviços de psicologos ou psicopedagogos para auxiliar esses individuos


Em um primeiro momento, podemos analisar superficialmente o problema de aprendizagem como uma dificuldade em absorver informação. Os motivos são multifatoriais. Pode ser desde um problema de visão simples de se corrigir com o uso de óculos ,como pode ser mais complicado como a Dislexia necessitando tratamento psicologico, psicopedagógico e dependendo do caso medicamentoso.

Ao se fazer referência às dificuldades de aprendizagem não se pode perder de vista a presença de distorções inerentes ao próprio sistema educacional e às influências ambientais que funcionam como contexto para as manifestações comportamentais e as peculiaridades do indivíduo que pode apresentar, no sistema escolar, o sintoma de não aprender (Linhares, 1998; Marturano, Linhares & Parreira, 1993).

As escolas ou qualquer outra instituição de ensino tendem a estigmatizar o aluno que esta tendo baixo rendimento, supondo que é um problema do proprio aluno. Hoje com os avanços da Psicologia da Educação, sabemos que o Ambiente tem muita importancia. Grande parte das escolas tendem a ignorar o problema, colocando no aluno toda a culpa por seu baixo desempenho, encaminhando o para psicologos que acabam não achando nada errado. Quando se faz uma caracterização do Ambiente, entendemos claramente os motivos dos problemas de aprendizagem que a instituição atribuiu unicamente ao aluno.

Ao constatar individuos com problemas de aprendizagem, é importante verificar qual é o ambiente que esse individuo esta inserido. Ele tem todos os materiais apropriados para aprender ? Essa pessoa possui algum problema emocional ou organico que a impedem de fixar atenção nas disciplinas ? Sera que esse ambiente é favoravel ao aprendizado?

Enfim, existem inumeras questões antes de colocarmos a culpa no aluno. Analisando grande parte dos casos que chegam aos consultorios dos psicologos, entendemos que grande parte do problema esta no ambiente e não no individuo. Existem formas de ensino que são mais eficientes para transmitir conhecimento. Uma dessas propostas é a Abordagem Comportamental.

Se você esta tendo dificuldades em entender os conceitos da sua escola, faculdade ou trabalho, pare uns minutos por dia. Comece a pensar em como é o seu ambiente de trabalho, como é o seu ambiente na faculdade ou na escola. É um ambiente acolhedor ? Aconchegante ? Iluminado ? Os professores parecem animados ao ensinar? Como esta a sua vida ? Esta muito ansioso ? Um periodo de mudanças ou mesmo de Stress com algo?

Caro leitor, o problema de aprendizagem não é uma sentença, muito pelo contrario, definindo as causas reforçadoras para o não aprender, podemos planejar estrategias de intervenção eficientes para a mudança comportamental do não aprender.Claro que dependendo do caso é sempre recomendado procurar um Psicologo qualificado para discutir as questões que o perturbam e restalebecer seu foco.

Alguns problemas são especialmente dificeis de se resolver sozinho, nesses casos é muito importante que um psicologo seja consultado. As vezes o problema é mais facil de se resolver do que se pensa.

O importante é que você o resolva e alcance todos os seus objetivos.

Por : Marcelo C. Souza

quarta-feira, 9 de junho de 2010

Alguns moldes para artesanato

Gostaria de compartilhar com vocês alguns moldes que tenho usado para trabalhas de pintura e e.v.a; alguns eu mesmo risquei e por isso não estão muito certinhos - mas ai vem a beleza do artesanato :) - outros eu peguei de revistas e da internet.


Esse debaixo eu usei para fazer os potes de sorvete, aqueles que tem os meninos com as pernas abertas, aqui é um palhaço, mas para quem tem facilidade é só adaptar os detalhes da roupa.
Essa joaninha eu usei na maletinha .

domingo, 6 de junho de 2010

Flores de bala jujuba

Dica de enfeite para  aniversário... flores de bala jujuba que são fáceis e dão um visual lindo na mesa... esse vasinho de balas foi para a festa da minha princesa!


Arte em Madeira

Esse trabalho eu fiz para minha casa...um porta controle remoto para organizar os controles do meu marido que estão sempre perdidos quando a gente precisa. :)

Moldes para e.v.a


Tenho várias revistas de artesanato que gostaria de compartilhar as idéias e moldes. Essa aqui é uma delas que achei que tem coisas bem fáceis para iniciantes e também idéias legais para quem já pratica o artesanato...espero que gostem!
http://www.4shared.com/file/v13CdFUU/20_MOLDES_DE_EVA_PARA_INICIANT.html

Aqui estão algumas peças que encontraram na revista. Ah! como comprei essa revista em 2003, as observações sobre o custo da peça estão muuiiito desatualizadas hein?!