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sexta-feira, 28 de maio de 2010

Maletinhas com detalhes em E.V.A.


Aí vai uma dica para enfeitar aquela maletinhas que você tiver em casa para guardar maquiagem, bijus ou outras coisinhas...também fica lindo para dar de presente...essa aqui fiz para uma amiga achei linda:
pintei as borboletas que recortei no e.v.a. para dar o aspecto que eu queria (o emborrachado aceita bem tinturas para artesanato.) Depois fui enfeitando como se elas estivessem voando em um jardim...

depois é só presentear, eu achei uma graça e vocês?


e aqui outras sugestões que adorei...

Aproveite também as embalagens plásticas de sorvete para as caixas porta-trecos com detalhes em e.v.a. Como adoro joaninhas ai vai mais uma...
Passo a Passo:


1. Faça um pique nas extremidades de uma lateral da tampa da embalagem, na direção da marca existente, utilizando a tesoura.

2. Com a agulha de bordar, faça 2 furos 1cm em cada pique feito anteriormente na tampa da embalagem, pegando também a base da embalagem.

3. Passe a agulha com a fita pelos furos, iniciando de fora para dentro, unindo a tampa e a base da embalagem.

4.Dê um laço nas fitas.

5. Risque o molde interno da tampa da embalagem no e.v.a branco. Recorte o e.v.a seguindo o molde e cole-o sobre o avesso do tecido estampado, utilizando a cola branca. Aguarde secar. Recorte o excesso de tecido, seguindo o contorno do e.v.a.

6. Com a cola quente, cole o e.v.a com tecido sobre a tampa da caixa.

7. Cole o miolo em cada margarida.

8. Monte as joaninhas, colando a parte vermelha sobre a preta.

9. Disponha as margaridas com as joaninhas sobre as laterais da embalagens e cole as peças com cola quente.

Outras sugestões:

sábado, 22 de maio de 2010

Borboleta de meia de seda passo-a-passo

Vagalume

A luz do Vaga-lume


Vaga-lume é um inseto coleóptero que possui emissões luminosas devido aos órgãos fosforescentes localizados na parte inferior do abdômen. Essas emissões luminosas são chamadas de bioluminescência e acontecem em razão das reações químicas onde a luciferina é oxidada pelo oxigênio nuclear produzindo oxiluciferina que perde energia fazendo com que o inseto emita luz.
Outro fator que impulsiona emissões luminosas é o de chamar atenção de seu parceiro ou parceira. O macho emite sua luz avisando que está se aproximando enquanto a fêmea pousada em determinado local, emite sua luz para avisar onde está.
Na reação química, cerca de 95% aproximadamente da energia produzida transforma-se em luz e somente 5% aproximadamente se transforma em calor. O tecido que emite a luz é ligado na traqueia e no cérebro, dando ao inseto total controle sobre sua luz.
Infelizmente, os vaga-lumes estão ameaçados pela forte iluminação das cidades, pois quando entram em contato com essa forte iluminação, sua bioluminescência é anulada interferindo fortemente na reprodução, podendo até serem extintos.

20 dicas sobre limites

Educação: Limites – 20 Dicas para Pais e Educadores

1. Não condicione a criança a obedecer carícias negativas (brigas, surra, grito), o que a deixará revoltada. Converse abertamente com ela e ajude-a a encontrar um jeito de reparar o erro e dissipar a culpa.
2. Não dispute poder com a criança, pois você sempre levará vantagem.
3. Horários para comer, estudar, brincar são indispensáveis para que seus filhos aprendam a se organizar.
4. Não apele a chantagens emocionais. O papel de vítima não cai bem à mãe e nem ao pai. Os filhos devem aceitar as decisões de seus pais porque são seus pais e não por se renderem a chantagens.
5. Evite trocar favores. Não condicione seus filhos a obedecerem com condicionais do tipo: “Se você fizer o que eu quero, eu deixo”. Educação não é barganha.
6. Filho desobediente pode estar tentando dizer “por que vou ouvir se você não me ouve?” Por isso, esteja sempre disposto(a) a ouvir seus filhos. Deixe-os colocar seus pontos de vista e reveja sua posição.
7. Não permita a inversão de papéis e mais do que isso: Nem você deve ser despótico(a), nem a criança pode se transformar num tirano.
8. Se cometer injustiças, volte atrás, reconheça. O exemplo de flexibilidade vale também para quando seu filho ou filha perceber que agiu mal.
9. Seja firme, mas evite ameaçar a criança com frases do tipo “enquanto você estiver sob este teto, terá de ser como eu quero”. Ela pode sair de casa precocemente.
10. Fale com seus filhos, explique, oriente, mostre o caminho, as consequências, mas deixe que eles experimentem a vida. Ensine-os a lidar com o perigo, a manejar e conhecer melhor o mundo, dando-lhes condições de ultrapassar barreiras, com certeza de que podem ousar porque terão em casa sempre um porto seguro. Encoraje-os.
11. Saiba aguentar seus rebentos. Alguns pais, muitas vezes, cedem aos caprichos de um filho só para não ter de aturá-lo. Outros não suportam lidar com as frustrações da criança e fazem tudo para poupá-la. Pondere, conte até 10 e mantenha firmeza e a paciência.
12. Não se renda aos sentimentos de culpa, passando a permitir tudo como forma de compreensão.
13. Não vale impor limites somente a favor dos adultos, de acordo com suas convergências. Isso é abuso de poder!
14. Terrorismo nem pensar. O medo é contraproducente. A obediência deve estar embasada no amor e na vontade de fazer o melhor.
15. Saiba dizer sim sempre que possível, mesmo que seja para “sacrificar” e acompanhar o seu garoto ou garota à final de futebol ou vôlei do colégio.
16. Reavalie os pontos positivos ou negativos de sua própria educação. Sintonize todas as informações sobre o assunto. Peneire o que considera válido e esteja disposto(a) também a aprender com a criança.
17. Seja facilitador(a), ampare, oriente, mas não resolva os problemas pelos seus filhos.
18. Dispense comentários desnecessários socialmente sobre a atitude de seu filho ou filha. Ele ou ela podem se sentir expostos e ficarem envergonhados. Crie laços de confiança e pactos de respeito e amizade com eles.
19. Quando o assunto for dinheiro, mostre aos seus filhos os limites da economia doméstica. Ensine o valor real da moeda, para que serve e como lidar com ela. Uma mesada, quando possível, é aconselhável. Pode auxiliar a criança a aprender a poupar, saber gastar consigo mesma e com os outros e a selecionar melhor aquilo que quer.
20. Toque, com cuidado, nos limites de seu filho ou filha. Educação é motivadora, não destrutiva. Por isso prefira termos positivos para amenizar os defeitos que você tenha que corrigir na criança. Não a menospreze por suas falhas. Incentive-a para que melhore. Critique menos e não perca uma oportunidade de elogiar suas qualidades. Quando o elogio é sincero, massageia o ego e faz crescer.
Psicopedagoga e Terapeuta Floral

A importância da música no processo de aprendizagem

A música é reconhecida por muitos pesquisadores como uma espécie de modalidade que desenvolve a mente humana, promove o equilíbrio, proporcionando um estado agradável de bem-estar, facilitando a concentração e o desenvolvimento do raciocínio, em especial em questões reflexivas voltadas para o pensamento filosófico.

Segundo estudos realizados por pesquisadores alemães, pessoas que analisam tons musicais apresentam área do cérebro 25% maior em comparação aos indivíduos que não desenvolvem trabalho com música, bem como aos que estudaram as notas musicais e as divisões rítmicas, obtiveram notas 100% maiores que os demais colegas em relação a um determinado conteúdo de matemática.

Com base em pesquisas, as crianças que desenvolvem um trabalho com a música apresentam melhor desempenho na escola e na vida como um todo e geralmente apresentam notas mais elevadas quanto à aptidão escolar.

A valorização do contato da criança com a música já era existente há tempos, Platão dizia que “a música é um instrumento educacional mais potente do que qualquer outro”.

Hoje é perfeitamente compreensível essa visão apresentada por Platão, visto que a música treina o cérebro para formas relevantes de raciocínio.
Eis então uma reflexão para pais e principalmente educadores, buscando inserir a música no seu planejamento, bem como criar estratégias voltadas para essa área, incentivando a criança a estudar música, seja através do canto ou da prática com um instrumento musical, isso desde a educação infantil.

Por Elen Campos Caiado
Graduada em Fonoaudiologia e Pedagogia
Equipe Brasil Escola

Seu filho pode estar sofrendo Bullying.

Bullying - Aos Pais e Educadores

Dra. Joana Silva - Licenciada em Medicina pela Faculdade de Medicina da Universidade do Porto

Data:  Abril, 2010

  Bullying é a forma mais frequente de violência escolar. Na idade escolar geram-se conflitos típicos na relação entre as crianças que fazem parte do normal desenvolvimento destas, e que são, assim, muitas vezes ignorados e tomados como "naturais" por educadores e pais. Mas qual o limite entre a agressão escolar dita "normal" e o bullying?

  A agressão é considerada bullying se:

    - Existir uma intenção maldosa
    - Existir um comportamento repetido
    - Existir um desequilíbrio de forças entre o agressor único ou grupo e a vítima. Esta assimetria de poder pode ser física ou psicológica.
  A maioria dos episódios de bullying ocorre em contexto escolar (recreios, casas de banho, refeitórios e salas de aula) ou no percurso entre a casa e a escola. Habitualmente surgem quando não existem adultos por perto. Assim, é fundamental que os pais e educadores estejam sensibilizados relativamente a esta problemática.

  Principais tipos de bullying

    - Físico: bater, pontapear, beliscar, ferir, empurrar, ou outro tipo de violência física
    - Verbal: insultar, difamar, ou depreciar alguma característica particular do outro ("gordo"; "caixa de óculos"; "trinca-espinhas").
    - Sexual: abusar, assediar, insinuar ou violar sexualmente.
    - Psicológico: excluir, atormentar, ameaçar, manipular, amedrontar, chantagear, ridicularizar, ignorar.
    - Material: roubar, destruir pertences materiais e pessoais.
    - Racista: toda a ofensa que tem como finalidade humilhar o outro com base na cor da pele, ou diferenças culturais e religiosas.
    - Cyberbullying: utilização das tecnologias de informação e comunicação (internet, telemóveis, etc. …) como meio de difamação. Os conteúdos caracterizam-se por divulgação de imagens embaraçosas, mensagens ameaçadoras e a publicação de comentários caluniosos.

Como poderá saber se o seu filho é vítima de Bullying?

  As crianças vítimas de Bullying têm tendência a permanecer em silêncio. Esteja atento aos sinais emitidos por elas:

    - A criança volta para casa com a roupa rasgada, danificada ou faltam-lhe peças de roupa, livros ou outros pertences.
    - A criança apresenta hematomas inexplicados, cortes ou arranhões.
    - A criança parece manifestar medo de ir à escola, ir e voltar da escola sozinha, ou medo de participar em actividades organizadas com os colegas.
    - Baixo rendimento escolar.
    - Absentismo escolar.
    - Tendência a isolar-se.
    - Falta de apetite.
    - Agressividade.
    - Ter medo de falar sobre o que se está a passar na escola.
    - Ter pesadelos.
    - Sintomas somáticos: vómitos, diarreias, cólicas abdominais, dores de cabeça, insónia.
    - Tentativas de suicídio.

  Bullying – qual a sua importância?

  O Bullying pode afectar seriamente a saúde mental, o rendimento escolar e a saúde física das crianças.
  As vítimas têm uma maior probabilidade de sofrer de baixa auto-estima; têm taxas mais elevadas de depressão, solidão, ansiedade e pensamentos suicidas. Estudos revelam que as vítimas de bullying estão mais susceptíveis a diversos problemas de saúde, incluindo dores de cabeça, problemas de sono, e doenças gastrointestinais. As crianças vítimas de Bullying adquirem com frequência comportamentos anti-sociais e violentos. Deste modo, estas crianças têm uma probabilidade acrescida de:

    - Envolver-se em conflitos com frequência.
    - Envolver-se em actos de roubo e vandalismo.
    - Ingerir bebidas alcoólicas.
    - Consumir tabaco e outras drogas.
    -Adquirir ilegalmente armas para auto defesa.

  Como actuar se o seu filho estiver a ser vítima de Bullying?

    1. Em primeiro lugar, concentre-se no seu filho:
    - Não tome atitudes precipitadas. Tente controlar o seu instinto de pai/mãe protector.
    - Não culpe a criança. Não parta do princípio de que o seu filho fez algo para provocar o bullying.
    - Manifeste – se satisfeito com o facto de o seu filho ter tido a coragem de lhe contar o sucedido. Garanta-lhe que vai fazer tudo o que estiver ao seu alcance para o ajudar.
    - Ouça com atenção o que o seu filho lhe conta sobre o(s) episódio(s) de Bullying. Peça-lhe para descrever como, o quê, quando, onde e com quem estes ocorreram.
    - Explique-lhe que o Bullying é moralmente errado, e portanto inaceitável.
    - Procure perceber se alguém testemunhou o(s) episódio(s) de Bullying.
    - Não incentive a retaliação física como uma solução. Este tipo de atitude só irá agravar a situação.

    2. Contacte o professor do seu filho ou o responsável pela escola.
    - Os pais mostram-se muitas vezes relutantes em denunciar os episódios de Bullying aos funcionários da escola, mas há que ter consciência de que estas situações muitas vezes só se resolvem mediante a intervenção de adultos.
    - Procure fornecer informações concretas relativamente ao(s) episódio(s) de violência vivenciados pelo seu filho, incluindo quem, o quê, quando, onde e como ocorreram.
    - Manifeste vontade de trabalhar com a equipa da escola, com o objectivo de encontrar uma solução erradicar o Bullying, não só por causa do seu filho, mas também para proteger os outros estudantes.
    - Evite contactar os pais do(s) aluno (s) que maltrataram o seu filho. Embora este seja geralmente o primeiro impulso de um pai, na maioria das vezes apenas irá agravar o problema.
    - Delegue nos funcionários da escola o dever de contactar os pais da criança ou crianças que se envolveram no episódio de bullying.
    - Converse regularmente com o seu filho e com o pessoal da escola para verificar se os episódios de bullying foram interrompidos. Se este fenómeno persistir, contacte novamente as autoridades escolares.

    3. Ajude seu filho a tornar-se mais resiliente:
    - Promova o desenvolvimento de talentos e atributos positivos do seu filho, incentivando-o a participar em diversas actividades, como a música e o desporto. Estas atitudes vão ajudá-lo a fortalecer a sua auto – estima.
    - Incentive o seu filho a contactar de forma pacífica com os seus colegas, fazendo amigos e colaborando em trabalhos de grupo.
    - Encoraje o seu filho a conhecer novos amigos fora do ambiente escolar. Um novo ambiente pode significar um "recomeço" para uma criança que tenha sido vítima de violência em contexto escolar.
    - Ensine estratégias de auto – protecção para crianças. Explique-lhe que deverá procurar a ajuda de um adulto quando se sentir ameaçado. Realce o facto de que denunciar um episódio de bullying não é o mesmo que "ser queixinhas".
    - Assegure ao seu filho um ambiente familiar seguro e harmonioso, onde ele se possa desenvolver de uma forma saudável, física e emocionalmente.
    - Procure manter uma relação de confiança com o seu filho, de forma a facilitar comunicação com ele.

  Não se esqueça!
  O bullying é um problema de ordem pública, e como tal diz respeito aos pais, educadores e a toda a comunidade em geral.
  Se tomar conhecimento de algum episódio deste género, denuncie!
 

Dependência Química

Dependência química, o que fazer?

Norma Emiliano
 
É comum a preocupação dos pais com a influência do álcool e das drogas sobre o desenvolvimento dos seus filhos. O uso das drogas é uma realidade dura e difícil de ser confrontada. Mas elas estão cada dia mais acessíveis e disponíveis às crianças e adolescentes. Contudo, a disponibilidade não é a maior questão, mas sim o desejo.
Por que os jovens usam drogas? Grande parte da atração vem naturalmente das questões relativas à identidade pessoal, ao social e à amizade. Há a vontade de pertencer ao grupo, de ser aceito, de fazer programas sociais. A aceitação num grupo dá a sensação inicial de intimidade. Por outro lado, sob o efeito das drogas eles se sentem mais espontâneos. Apesar de ser uma forma real de intimidade, os seus meios são artificiais. Entretanto, essa idéia é difícil de ser compreendida pela maioria deles. Além disso, eles ficam menos autoconscientes favorecendo que algumas dificuldades pessoais, familiares e desafios do crescimento sejam encobertos. Muitos deles afirmam que a droga os ajuda a lidar com a raiva, o tédio, a ansiedade e as pressões. O inicio da puberdade e de suas correspondentes mudanças físicas e cognitivas provocam grande instabilidade. Além disso, soma-se a esses fatores a necessidade de distanciarem-se dos pais. Na busca da autonomia pessoal, confrontam-se com os valores paternos.
Em meio a esse contexto, nem todo jovem que faz uso de drogas e álcool se torna dependente, mas esse uso acaba aumentando os riscos pessoais, como por exemplo, os acidentes automobilísticos. De acordo com alguns estudiosos do assunto, o uso moderado não é bom, mas não é necessariamente um sinal de crise psicológica profunda. Contudo, há pesquisas que mostram que o uso menos casual de drogas e álcool pode estar disfarçando graves problemas.
Quais são os indícios do uso de drogas? Alguns comportamentos são sintomáticos: os olhos avermelhados, dificuldade de lembrar fatos recentes, sonolência, mudanças de atitudes, como irritabilidade, fadiga, deteriorização dos relacionamentos com amigos e familiares.
O papel exercido pelo ambiente e meio familiar é muito significativo, principalmente para os jovens. Assim sendo, é importante começar a refletir sobre os exemplos paternos. È importante uma definição deles próprios em relação ao álcool e drogas de forma coerente. De outra forma, são também medidas preventivas: uma família com laços afetivos profundos; conversar abertamente e sem preconceitos; dar informações sobre os perigos; saber ouvir; reconhecer a realidade do mundo adolescente; conhecer os amigos; estabelecer regras precisas, como por exemplo, horários de retorno, não usar carro quando beber, informar aonde vai, etc. e manter os corretivos, caso as regras sejam quebradas.
Apesar de muitos fatores contribuírem para o desenvolvimento da dependência química, a organização familiar mantém uma posição de relevância em seu desenvolvimento e prognóstico. Neste sentido, quando a situação sai do controle da família, faz-se necessário ajuda profissional. 

Norma Emiliano é Terapeuta de Família e Assistente Social, e mantém a homepage Pensando em Família.
( http://geocities.yahoo.com.br/pensandoemfamilia)

A idade da fantasia

3-6 anos: A idade da fantasia

Ricardo Regidor
Seu mundo é diferente do mundo dos adultos porque sua imaginação lhes oferece possibilidades muito mais criativas e inesperadas. Um simples boneco pode voar ou ainda se transformar em um bandido famoso.
O capitão Gancho pode entrar dentro de casa a qualquer momento, exibindo seu gancho reluzente e um sorriso "papameninos" na boca. Para as nossas crianças, um personagem de histórias infantis, uma fada ou a própria "Pocahontas" são tão reais como seus amiguinhos.
Estão na idade da fantasia, onde tudo se passa dentro de uma lógica diferente da nossa, e as próprias crianças, com uma simples capa, podem se transformar em super-heróis vingativos.
Entre os 3 e 6 anos, nossos filhos se encontram numa idade em que é muito fantasioso o modo como vêem as coisas e a própria realidade. Porque vêem o mundo que os rodeia em função de seus próprios interesses, isto é, daquilo que atrai a sua atenção e do que excita a sua imaginação... Seu mundo é diferente do mundo dos adultos porque sua imaginação lhes oferece possibilidades muito mais criativas e inesperadas. Um simples boneco pode voar ou ainda se transformar em um  bandido famoso.
Nossos filhos estão em processo de crescimento, e disso faz parte o aumento da  fantasia, da criatividade e da capacidade imaginativa... De tal forma que, às vezes, esse outro mundo chega a invadir a realidade.

Uma fantasia especial

Para os meninos e meninas nessa idade, essa maneira especial de ver o mundo se denomina "pensamento mágico". Acreditam que o impossível seja possível.
Por exemplo, enquanto pequeninos, estão convencidos de que todos os seus desejos vão se realizar, sendo simplesmente uma questão de querer.
Acreditam que, pelo fato de desejarem e repetirem muitas vezes, podem fazer aparecer, na tela, mais desenhos animados...
Sua fantasia continua misturada com a realidade. Por isso, deixando-se levar pela imaginação, tendem a exagerar qualquer acontecimento ao seu redor, tanto para o bem como para o mal. Além do mais, confundem o que desejariam que acontecesse com aquilo que pode acontecer, porque ainda não sabem distinguir entre o real e o fantástico.

Simulação ou realidade

O processo de crescimento e maturidade não é nada fácil para uma criança. Pouco a pouco ela terá de se confrontar com o mundo, de se relacionar com os demais... Por tudo o que hão de passar, as crianças sentem necessidade de um mundo interior que lhes ofereça proteção e possa se transformar em um refúgio para elas.

Quando a criança brinca de imaginar, ela se transforma na pessoa todo-poderosa que não é na realidade. Inventa e transforma... um pau, por exemplo, vira um cavalo de corrida. Isto porque a fantasia é, para ela, um modo de aprender. Com a imaginação, ela cria situações novas e se põe dentro delas, como num jogo de faz-de-conta. Esta é a maneira de viver uma grande variedade de experiências: poder se transformar em mamãe, em um professor, ou em um  maestro.

E não apenas transforma um objeto em outro, mas também é capaz de transformar-se a si mesma; pode mudar de identidade, de um momento para outro, passando da ficção à realidade quantas vezes achar necessário fazê-lo, além de buscar cúmplices que participem também deste jogo fantástico.

Gênios e criativos

É conveniente que as crianças usem essa capacidade de fantasia, que brinquem muito com ela, que inventem, pintem, usem disfarces, expressem-se etc. Provavelmente serão, no futuro, pessoas muito mais criativas.

Mas precisamos também manter vigilância para intervir no momento oportuno, de modo a poderem   separar seu pensamento racional de sua imaginação, e irem assimilando a realidade tal como é.

O uso da fantasia apresenta muitas vantagens para a criança, além da função que cumpre, em seu desenvolvimento natural e em seu amadurecimento:

- A fantasia favorece a criatividade, a imaginação e a sensibilidade. Nessa idade, a criança nos surpreenderá com seus argumentos e saídas curiosas, porque está naturalmente predisposta a isso.

- A fantasia facilita a capacidade de se entreter e não se entediar. A criança é capaz de inventar mil modos de se divertir, sem necessidade de aparatos televisivos como videogames etc.

- A fantasia favorece a inteligência, por se tratar de um exercício intelectual em todos os sentidos.

Pais participativos

Nosso papel de pais deve consistir em ajudá-los a diferenciar a realidade daquilo que só existe na sua cabeça, algo fundamental para que possam ir amadurecendo. Mas a distinção entre estes dois mundos só deverá ser feita à medida que for necessário. Não precisamos ter muita pressa, pois não há mal nenhum em que, de vez em quando, as crianças se deixem levar pela sua portentosa imaginação.

Mais importante que ajudá-las a pôr os pés no chão, recorrendo a argumentos "lógicos", é que possamos participar de suas brincadeiras fantasiosas, embora, como todos sabemos, não seja lá muito fácil brincar com os nossos filhos nessa idade.

O que faz falta é tomar parte em sua fantasia e deliciar-se com um sorvete imaginário, servido em uma colher de 10 centímetros, ou agir como se fôssemos autênticos lobos, ou índios.

Resumindo...Brincar com eles:

- É preciso participar, e não apenas ser meros espectadores das brincadeiras de nossos filhos, para compartilhar com eles esse mundo mágico e fantasioso em que vivem.

- Para brincar com eles, temos de nos colocar à sua altura, o que supõe deitarmos no chão, mais de uma vez, ou comprarmos de verdade a fruta de plástico que nos oferecerem.

- O tempo deles, para brincar, deve ocupar um espaço fixo em nosso horário, transformando esses momentos em uma aventura intensa, durante a  qual não haja lugar para a pressa.

Em vez de dirigirmos suas brincadeiras, devemos ajudá-los a manifestarem sua liberdade e criatividade,  permitindo que sejam eles os protagonistas.

-  Temos de entrar em seu mundo e nos deixar envolver por sua lógica e fantasia infantil, em vez de pretender que nosso filho abdique dele para acomodar-se à realidade dos mais velhos.

Distinguir a realidade

- Aproveite os momentos em que não estiver brincando, para falar com o seu menino, como se ele fosse um homenzinho, mas sem forçar a conversa. Quando ele mudar de assunto e começar a falar de monstros, entre nessa corrente.

- Para que ele supere alguns medos causados por sua fantasia, cabe a nós darmos as razões disso. Se os leões o assustam, explicaremos que eles vivem na África, que em nossa casa é impossível entrarem, em vez de zombarmos dele.

- Você pode ir explicando, pouco a pouco, com argumentos de acordo com a idade infantil dele, que nem tudo o que ele vê na televisão se adapta à realidade.

- Podemos explicar-lhe o que é possível fazer para entrar em casa quando estamos sem as chaves. Primeiro há que propor soluções factíveis, reais, que possam ser executadas ("a titia tem uma cópia"). Depois é que o incentivaremos a usar a fantasia para saber como resolveria o problema ("se fosse o Superhomem entraria voando").
crianças e 
balão

brincando de 
cavaleiros
Por: Ricardo Regidor
Ediciones Palabra

Meios de Transporte

Meios de Comunicação

Copa do Mundo


Mascote da copa 2010

O Mascote da Copa do Mundo de Futebol da África do Sul, será Zakumi, seu nome é uma mistura de “ZA” de África do Sul ( Na língua local ) e “Kumi” que sígnifica dez em muitas linguagens africanas.

História do Futebol


Para trabalhar sobre a copa em sala de aula ou para matar sua curiosidade, esse link traz tudo sobre a história do futebol, a origem das comemorações esportivas, a história das copas do mundo, curiosidades sobre o esporte e a tabela de jogos da copa.

 http://www.suapesquisa.com/futebol/

 Outro link muito interessante e com tudo bem explicadinho e fotos divertidas...este traz a origem do futebol em cada uma das civilizações desde as mais antigas (antes de Cristo) além da sua chegada ao Brasil. Vale a pena dar uma olhadinha.

http://www.prof2000.pt/users/fair-play/